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Suspeito de matar influenciadora é localizado e amarrado em poste pela população

 (Foto: Reprodução)
 

A prisão de Anderson Renan Magalhães Freitas, de 35 anos, suspeito de matar a ex-companheira Ana Karolina Sousa, ocorreu nesta quinta-feira (5), no Bairro Ancuri, em Fortaleza, após ele ser reconhecido por moradores em um bar da região. O homem estava foragido havia 19 dias.


A população imobilizou o suspeito e o amarrou a um poste até a chegada da Polícia Militar. Em seguida, Anderson foi levado para a 20ª Delegacia de Polícia Civil, onde foi cumprido um mandado de prisão pelo assassinato da empresária e influenciadora.


Veja abaixo o que se sabe sobre o caso.


Quem era a vítima?


Ana Karolina Sousa tinha 31 anos, era empresária e estudante de biomedicina. Ela também atuava como influenciadora nas redes sociais, onde tinha mais de 12 mil seguidores e costumava compartilhar o dia a dia do trabalho.


A vítima era dona de uma empresa de estética especializada em cílios. Ana Karolina deixou uma filha de sete anos, de um relacionamento anterior.


Como ocorreu o crime?


O feminicídio ocorreu no dia 14 de fevereiro, no município de Itapipoca, no interior do Ceará.


Ana Karolina foi encontrada morta na residência em que morava. Segundo familiares, ela foi espancada e esfaqueada. A vítima apresentava marcas de facadas e agressões pelo corpo.


Quem é o suspeito?


O principal suspeito do crime é Anderson Renan Magalhães Freitas, de 35 anos, ex-companheiro da vítima.


Segundo familiares, Anderson e Ana Karolina estavam separados havia cerca de três meses e já haviam iniciado o processo de divórcio. De acordo com o irmão da vítima, Breno Sousa, o homem não aceitava o fim do relacionamento e vigiava Karolina por meio de câmeras.


O que aconteceu após o crime?


Após o assassinato, Anderson Renan fugiu levando todos os pertences dele, incluindo uma motocicleta e o celular da vítima.


O aparelho de Ana Karolina foi localizado dias depois na cidade de Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza. Já a motocicleta do suspeito foi apreendida no município de Umirim.


Como ocorreu a prisão?


Anderson Renan foi encontrado nesta quinta-feira (5), em um bar no Bairro Ancuri, em Fortaleza.


Segundo testemunhas, moradores reconheceram o suspeito, que estava foragido. A população então imobilizou o homem e o amarrou a um poste até a chegada da Polícia Militar.


A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) confirmou que ele foi preso por suspeita de feminicídio.


O suspeito foi conduzido para a 20ª Delegacia de Polícia Civil, onde foi cumprido um mandado de prisão contra ele.


Reação da família da vítima


Para a família de Ana Karolina, a prisão do suspeito trouxe alívio após dias de buscas por informações sobre o paradeiro dele.


“É um fardo muito grande que a gente tira das costas. Desde o dia do crime, a gente não descansou de ficar postando, mostrando a cara dele, para ter a chance de alguém reconhecer e pegar ele. A gente não estava nem tendo tempo de pensar na morte dela. O pensamento diário era conseguir pegar esse cara para que a justiça possa ser feita”, disse Breno Sousa, irmão da vítima.


Ele também afirmou esperar que a Justiça seja rígida no caso.


“A gente espera que a Justiça seja rígida com ele. Eu nunca pensei que isso pudesse acontecer na nossa família”, declarou.


A prisão de Anderson Renan Magalhães Freitas, de 35 anos, suspeito de matar a ex-companheira Ana Karolina Sousa, ocorreu nesta quinta-feira (5), no Bairro Ancuri, em Fortaleza, após ele ser reconhecido por moradores em um bar da região. O homem estava foragido havia 19 dias.


A população imobilizou o suspeito e o amarrou a um poste até a chegada da Polícia Militar. Em seguida, Anderson foi levado para a 20ª Delegacia de Polícia Civil, onde foi cumprido um mandado de prisão pelo assassinato da empresária e influenciadora.


Veja abaixo o que se sabe sobre o caso.


Quem era a vítima?


Ana Karolina Sousa tinha 31 anos, era empresária e estudante de biomedicina. Ela também atuava como influenciadora nas redes sociais, onde tinha mais de 12 mil seguidores e costumava compartilhar o dia a dia do trabalho.


A vítima era dona de uma empresa de estética especializada em cílios. Ana Karolina deixou uma filha de sete anos, de um relacionamento anterior.


Como ocorreu o crime?

O feminicídio ocorreu no dia 14 de fevereiro, no município de Itapipoca, no interior do Ceará.


Ana Karolina foi encontrada morta na residência em que morava. Segundo familiares, ela foi espancada e esfaqueada. A vítima apresentava marcas de facadas e agressões pelo corpo.


Quem é o suspeito?


O principal suspeito do crime é Anderson Renan Magalhães Freitas, de 35 anos, ex-companheiro da vítima.


Segundo familiares, Anderson e Ana Karolina estavam separados havia cerca de três meses e já haviam iniciado o processo de divórcio. De acordo com o irmão da vítima, Breno Sousa, o homem não aceitava o fim do relacionamento e vigiava Karolina por meio de câmeras.


O que aconteceu após o crime?


Após o assassinato, Anderson Renan fugiu levando todos os pertences dele, incluindo uma motocicleta e o celular da vítima.


O aparelho de Ana Karolina foi localizado dias depois na cidade de Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza. Já a motocicleta do suspeito foi apreendida no município de Umirim.


Como ocorreu a prisão?


Anderson Renan foi encontrado nesta quinta-feira (5), em um bar no Bairro Ancuri, em Fortaleza.


Segundo testemunhas, moradores reconheceram o suspeito, que estava foragido. A população então imobilizou o homem e o amarrou a um poste até a chegada da Polícia Militar.


A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) confirmou que ele foi preso por suspeita de feminicídio.


O suspeito foi conduzido para a 20ª Delegacia de Polícia Civil, onde foi cumprido um mandado de prisão contra ele.


Reação da família da vítima


Para a família de Ana Karolina, a prisão do suspeito trouxe alívio após dias de buscas por informações sobre o paradeiro dele.


“É um fardo muito grande que a gente tira das costas. Desde o dia do crime, a gente não descansou de ficar postando, mostrando a cara dele, para ter a chance de alguém reconhecer e pegar ele. A gente não estava nem tendo tempo de pensar na morte dela. O pensamento diário era conseguir pegar esse cara para que a justiça possa ser feita”, disse Breno Sousa, irmão da vítima.


Ele também afirmou esperar que a Justiça seja rígida no caso.


“A gente espera que a Justiça seja rígida com ele. Eu nunca pensei que isso pudesse acontecer na nossa família”, declarou.


G1