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O STF DO MORAIS - COMO FUNCIONA; Por João Filho

(Foto Reprodução)
 

"O poder judiciário existe para tranquilizar o povo. E nós geramos intranquilidade. Nós mesmos, neste Supremo, inebriamos o sentimento de justiça." Ministra Cármen Lúcia (ontem). 

"O Supremo tem hoje uma dificuldade estrutural para julgar a si mesmo. Está demonstrado que não há distância suficiente entre julgador e parte, quando ambos vestem a mesma toga". Caio Coppolla, in Boletim Diário, 15/09/2026. 

O povo não vê mais o STF (em especial o do Morais) como a última palavra quando se trata de Justiça, pois o STF 'inebriou', embriagou, a Justiça.

Quando um Juiz é réu em uma Sessão e, na decisão, o próprio se acha no direito de votar em seu favor (ora, é seu direito se defender, mas sem direito a voto na decisão), fica evidente que o julgameto é uma farsa, é uma fraude, e, portanto, nulo. 

Todos sabem que é costume do Alexandre de Morais ser investigador (polícia), acusador (MP), julgador (juiz) e testemunha de si mesmo (se necessário), em um mesmo processo. É o verdadeiro juiz Bombril (mil e uma utilidades). 

A sessão mais pareceu um monte de bêbados (a Justiça também estava inebriada), defendendo seu "lado", seu bloco, seus interesses. 

No final, deu empate, com a prorrogação beneficiando o STF do Morais e jogando na lama de vez, o STF do Brasil! 

 

Vai Brasil!

Por João Filho, Professor e Advogado