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| (Foto Reprodução) |
"O poder judiciário existe para tranquilizar o povo. E nós geramos intranquilidade. Nós mesmos, neste Supremo, inebriamos o sentimento de justiça." Ministra Cármen Lúcia (ontem).
"O Supremo tem hoje uma dificuldade estrutural para julgar a si mesmo. Está demonstrado que não há distância suficiente entre julgador e parte, quando ambos vestem a mesma toga". Caio Coppolla, in Boletim Diário, 15/09/2026.
O povo não vê mais o STF (em especial o do Morais) como a última palavra quando se trata de Justiça, pois o STF 'inebriou', embriagou, a Justiça.
Quando um Juiz é réu em uma Sessão e, na decisão, o próprio se acha no direito de votar em seu favor (ora, é seu direito se defender, mas sem direito a voto na decisão), fica evidente que o julgameto é uma farsa, é uma fraude, e, portanto, nulo.
Todos sabem que é costume do Alexandre de Morais ser investigador (polícia), acusador (MP), julgador (juiz) e testemunha de si mesmo (se necessário), em um mesmo processo. É o verdadeiro juiz Bombril (mil e uma utilidades).
A sessão mais pareceu um monte de bêbados (a Justiça também estava inebriada), defendendo seu "lado", seu bloco, seus interesses.
No final, deu empate, com a prorrogação beneficiando o STF do Morais e jogando na lama de vez, o STF do Brasil!
Vai Brasil!
Por João Filho, Professor e Advogado





