A Polícia Federal
(PF) afirma que o senador Weverton Rocha (PDT-MA), vice-líder do
governo no Senado, participava de um esquema de lavagem de dinheiro com a
ajuda do advogado Willer Tomaz.
(Foto Reprodução)
Eles são suspeitos de atuar para “ocultar ou dissimular a origem, a movimentação, a disponibilidade, a propriedade e a titularidade real de bens, direitos e valores provenientes, direta ou indiretamente, de infrações penais antecedentes”.
O esquema utilizaria “empresas interpostas, contas pessoais e familiares, postos de combustíveis, sociedades patrimoniais, contratos, registros contábeis, numerários em espécie e ativos formalmente dissociados de seu possível beneficiário econômico”.
Tomaz foi alvo de busca e apreensão em nova fase da Operação Sem Desconto, autorizada pelo ministro André Mendonça, do STF.
Weverton já era alvo da apuração, focada em um esquema de descontos irregulares em benefícios do INSS.
O advogado afirmou, em nota, que “jamais teve qualquer envolvimento com os fatos apurados no âmbito da Operação Sem Desconto e que não figura como investigado no referido procedimento da Polícia Federal”.
Fonte: VEJA




