![]() |
| (Foto: Reprodução - Redes Sociais) |
Um árbitro de vídeo da Copa do Mundo afirmou que o gesto com a mão, semelhante a um sinal de supremacia branca, foi causado por um espasmo involuntário, e um comitê da Fifa concluiu que o australiano não violou o código disciplinar do esporte. O monitor de discriminação da Fifa na Copa do Mundo solicitou o afastamento do árbitro.
Após investigar o suposto gesto supremacista feito pelo assistente de VAR Shaun Evans durante a partida entre Alemanha e Curaçao, a Fifa anunciou nesta segunda, 15, que não encontrou evidências de que o árbitro australiano tenha cometido qualquer irregularidade e, portanto, ele não será punido.
Em comunicado, a entidade máxima do futebol afirmou que “não encontrou evidências de violação do Código Disciplinar”. Para chegar essa decisão, a Fifa também se baseou na declaração do próprio árbitro na qual ele negou ter feito “intencionalmente qualquer gesto ou símbolo com a mão para comunicar uma mensagem, afiliação, jogo ou crença de qualquer tipo”
“A única explicação que posso oferecer é que o movimento foi um tique involuntário, subconsciente, e naquele momento eu não tinha consciência de tê-lo feito”, explicou Evans.
Após o incidente na partida, os árbitros de vídeo deixaram de posar para a câmera quando eram apresentados na transmissão internacional, e ficaram olhando para as telas para análise de vídeo.
VEJA





